Muitas startups não começam pela tecnologia, e sim pela observação de um problema real.
Antes de pensar em app, plataforma ou IA, vale olhar com atenção para a rotina e se perguntar:
que dor ainda não está sendo bem resolvida?
Quem sente isso? Em que momento acontece? O que hoje gera frustração ou perda de tempo?
Essa lógica aparece muito em abordagens como Design Thinking e Lean Startup, que reforçam a importância de entender profundamente o usuário antes de construir a solução.
Inclusive, um estudo de caso que acompanhou equipes de desenvolvimento por seis meses mostrou que as soluções mais assertivas surgiram quando o time começou pela investigação do problema e da necessidade real do usuário, e não pela construção imediata da tecnologia.
Para quem quiser se inspirar um pouco mais, deixo dois materiais bem interessantes:
Artigo científico:
Combining User-Centered Design and Lean Startup with Agile Development
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7251617/
Leitura complementar:
Design Thinking 101 — Nielsen Norman Group
https://www.nngroup.com/articles/design-thinking/
Um case clássico é o Airbnb, que surgiu justamente da percepção de uma dor real: a dificuldade de encontrar hospedagem em períodos de grande demanda, ao mesmo tempo em que havia espaços ociosos nas casas das pessoas.
A provocação da semana é essa:
que problema do seu dia a dia você enxerga e como imagina uma possível solução?
Quem sabe daqui não surge uma ideia para evoluir dentro do Infohub!









